O que é uma Empresa Júnior?



Última atualização em Ter, 14 de Fevereiro de 2012 01:36
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A importância da Empresa Júnior para a sociedade
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Empresa Júnior é uma associação civil sem fins lucrativos,
formada e gerida por alunos de um curso superior, cujos principais objetivos são:
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- Fomentar o aprendizado prático do universitário em sua área de atuação.
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- Aproximar o mercado de trabalho das universidades e dos próprios alunos.
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Além disso, as empresas juniores possibilitam a seus membros uma gestão autônoma em relação à direção da faculdade ou ao centro acadêmico.
As Empresas Juniores contemplam as necessidades de três stakeholders principais:
- Os alunos: Que se utilizam da interação entre os membros da empresa e da troca de conhecimento e experiências para se desenvolverem pessoal, profissional e academicamente.
- As empresas: Que se beneficiam com os projetos desenvolvidos pelos alunos, cujas características são a alta qualidade dos trabalhos, garantida pela orientação dos professores, e o baixo investimento, uma vez que as empresas juniores não visam o lucro. Assim, as empresas conseguem bons projetos a um custo mais baixo;
- As universidades: Que são favorecidas pelo retorno em imagem institucional, garantido pela divulgação que as Empresas Juniores necessariamente fazem ao seu nome. As Universidades que investem nas Empresas Juniores tem o retorno de imagem e, também, um retorno no que diz respeito à atração de novas parcerias, alunos e clientes.
Assim, nota-se a tamanha importância das empresas juniores no desenvolvimento dos universitários e, consequentemente, da sociedade.
Plano de Negócios



Última atualização em Qui, 24 de Novembro de 2011 12:52
Diferencie sua empresa no boom das start-ups
Identificou uma oportunidade de negócio e não sabe como concretizá-la? Seu negócio alcançou um patamar que a atração de investimentos tornou-se necessária? As idéias surgem, mas para que se tornem realidade é preciso construí-las passo a passo.E para organizar idéias é imprescindível utilizar um Plano de Negócios.
Um Plano de Negócios é um documento que descreve os objetivos de um negócio e quais passos devem ser dados para que esses objetivos sejam alcançados, diminuindo os riscos e as incertezas.
Ele irá orientá-lo na busca de informações detalhadas sobre o ramo, os produtos e os serviços a serem oferecidos, bem como possíveis clientes, concorrentes, fornecedores e, principalmente, sobre os pontos fortes e fracos do negócio, contribuindo assim para a identificação da viabilidade da idéia e na gestão da empresa.
Ao final, o plano de negócio ajudará a responder a seguinte pergunta: “Vale a pena abrir, manter ou ampliar o negócio?”. Servirá tanto para os empresários terem uma panorâmica melhor de seu negócio, como para atrair os olhares dos investidores.
Lembre-se que a existência de modelos e exemplos disponíveis para download na internet não significa que fazer um plano de negócios é uma tarefa fácil. É importante lembrar que a sua elaboração consiste em um grande desafio, pois exige persistência, comprometimento, pesquisa, trabalho duro e muita criatividade.
Um bom plano de negócios mistura informações sobre os processos do negócio em si (características, partes envolvidas, oportunidades, ameaças, pontos fortes e fracos), previsões e projeções financeiras; análise do negócio, do mercado, dos fornecedores, dos concorrentes e dos parceiros; previsão do fluxo de caixa e necessidades de capital.
Anjos do Brasil:

A Anjos do Brasil é uma entidade de fomento ao investimento-anjo e ao empreendedorismo de inovação, compartilhando conhecimentos, experiências e oportunidades de negócios para investidores-anjo e empreendedores, bem como apoiando a criação de novas redes de anjos regionais.
Conheça mais sobre nossos projetos de Plano de Negócios, clicando aqui.
Orçamento



Como fazer um bom planejamento orçamentário?
Confira as perguntas que devem ser respondidas por cada área da sua empresa para que o orçamento possa ser bem planejado.

Qual é o passo a passo para fazer um bom planejamento orçamentário?
Respondido por Márcio Iavelberg, especialista em finanças
Conforme foi discutido anteriormente, setembro é um bom momento para iniciar o planejamento orçamentário da sua empresa para o próximo ano. Isso porque um bom planejamento requer tempo para se pensar em estratégias para obtenção de sucesso e possíveis fugas para as armadilhas que podem surgir.
Para facilitar o processo, este planejamento pode ser dividido em algumas áreas. Para cada uma delas, é preciso responder às seguintes questões:
Plano de Marketing: Como serão as vendas, de quais produtos, a quais valores? Como eles serão divulgados e distribuídos e como será o comissionamento da equipe comercial?
Plano de RH: O que precisa ser feito para capacitar os colaboradores da empresa? Com quantos e quais recursos teremos que contar? Em algum momento teremos que contratar mais gente ou faremos horas extras? Ou ainda, aumentaremos um turno? Quanto custará cada uma dessas alternativas? Como reter os melhores talentos? Quanto custará?
Plano Industrial/Estoque: tenho capacidade de produção? Se precisar, consigo aumentá-la? Qual o tamanho ideal do meu estoque? Consigo aumentar o prazo de pagamento aos meus fornecedores? Que impacto isso terá no meu caixa? E na necessidade de capital de giro?
Plano de TI: Como está o parque de tecnologia da empresa? Serão necessárias novas aquisições de computadores , acessórios e servidor? Qual a meta de gastos com impressões? Quais softwares devo adquirir?
Tendo todos esses planos bem detalhados, a etapa final é juntar todos os valores em um único plano, o Financeiro. Esse é o seu planejamento orçamentário.
Podem-se manter essas categorias de gastos (Marketing, RH, Industrial e TI) para facilitar a visualização e, ainda, colocar as metas gerais mês a mês, para manter controle do que já foi realizado.
Crescimento



Última atualização em Sex, 15 de Julho de 2011 16:11
Crescimento e Reestruturação Administrativa
A harmonia no ambiente de trabalho é determinante na motivação e na eficiência dos funcionários. Essa rotina menos estressante é resultado da estruturação de processos internos a qual visa aprimorar os trabalhos, desenvolver as pessoas, proporcionar segurança e um convívio saudável entre as equipes de uma organização. Em algumas empresas, em expansão, este processo torna-se indispensável, para que metas sejam definidas e objetivos alcançados.
A melhor maneira de garantir a satisfação dos funcionários é definir claramente as funções de cada cargo, para que esses sejam ocupados por pessoas com habilidades específicas para realizar as tarefas de cada função. Quando uma empresa prospera, a análise e aplicação desse processo de acordo com o momento e o setor de atuação fazem-se necessárias, ou seja, uma reestruturação administrativa é primordial para garantir o sucesso dessa organização.
A reestruturação administrativa, em suma, estrutura a empresa através dos funcionários, pois os processos operacionais são mantidos e apenas os funcionários realocados e até promovidos. O método utilizado, a fim de que essas mudanças, na empresa, sejam gratificantes consiste em algumas etapas. Primeiramente, se obtém uma visão geral da empresa, para assim definir a direção, relacionamento entre as diferentes áreas e mapear as possíveis melhorias. Com esses insumos definem-se melhor as atividades, as subordinações e reestruturação do fluxo de informações. A construção de indicadores e metas faz com que os membros da organização direcionem-se a um mesmo rumo e transmitam uma mesma cultura. A hierarquia da empresa deve fornecer aos funcionários oportunidades de crescimento, por isso os talentos e as habilidades devem ser reconhecidos, para que sejam melhor aproveitados para o sucesso empresarial e ocorra a auto realização das pessoas que nesta trabalham.
O relacionamento entre as pessoas é a maior influência sobre a motivação. As equipes motivadas estão mais propensas a atingirem seus objetivos. Por isso, os consultores FEA júnior USP são especializados em mapear todos os cargos o que determinará o melhor desempenho das pessoas no trabalho. Assim diagnostica-se a realidade da empresa hoje e propõe-se o ideal para seu perfeito funcionamento. A implantação dessas mudanças, propostas pela consultoria personalizada FEA júnior USP, otimiza a operacionalidade e viabiliza o crescimento da empresa. A eficiência resultante da reestruturação administrativa é um reflexo de uma consultoria atenta às necessidades do cliente.
Marketing



Última atualização em Sex, 15 de Julho de 2011 16:08
Plano de Comunicação

Inovar. Essa palavra é motivo de receio a muitas empresas um tanto conservadoras. Por outro lado, é esse termo que, quando usado em um plano de marketing integrado ao plano de comunicação da organização, levará essa a concretizar objetivos e gerar resultados. O planejamento de marketing origina-se da reunião de várias etapas e processos. Esses consistem em definir a situação da empresa, o público alvo, os objetivos e a imagem a ser transmitida da organização. Assim, o planejador define as atividades a serem realizadas, os prazos e os recursos financeiros disponíveis.O planejamento de comunicação utiliza toda essa análise do plano de marketing para traçar os meios de comunicação eficazes no alcance dos consumidores e na divulgação de uma imagem da marca uniforme, até mesmo internamente, entre os funcionários.Então, o plano de marketing traça destinos e o plano de comunicação estuda meios de alcançá-los.
Grande parte de pequenas, micro e médias empresas possuem estrutura administrativa sólida, mas a seguinte questão -como fazer com que os meus produtos sejam reconhecidos no mercado e minhas vendas aumentem- evidencia a necessidade de investimento em marketing.
Além disso, os micro e pequenos empresários normalmente não possuem recursos financeiros vultosos para investir em estratégias de marketing e alguns, com uma visão equivocada, consideram isto um custo.
Em tempos passados, o marketing de guerrilha foi uma estratégia criada por organizações de pequeno porte que utilizavam maneiras baratas e não convencionais para divulgarem a marca, pelo fato de possuírem poucos recursos para investir em um bom marketing. No entanto, grandes empresas passaram a utilizá-lo devido à saturação das mídias, transmitindo atitude em seus anúncios.
Já em dias atuais, as empresas devem atentar-se à inovação e buscar uma análise do contexto no qual estão inseridas para, assim, elaborar uma estratégia a partir do histórico da organização, gerando uma identidade visual dessa.Um bom exemplo é o social marketing, pois esse se insere nos costumes da sociedade que busca atendimentos personalizados.Por isso, o social marketing é uma das ferramentas mais utilizadas para atingir os pontos de maior contato com o consumidor, passar uma imagem consistente da marca e utilizar, de forma eficiente, as mídias sociais relevantes na era atual.
O segredo de um bom marketing no mercado é analisar os concorrentes para não imitá-los, pois as mídias passam aos clientes uma volumosa carga de informação e o conceito de inovação é a melhor maneira para reter a atenção do cliente. Alguns empresários preferem seguir padrões, pois consideram práticas inovadoras arriscadas e até nomeiam as idéias criativas dos profissionais de marketing de “viagem na maionese”.Todavia, a utilização de plano de marketing e plano de comunicação em sinergia, faz com que o pensamento dos “viajantes na maionese” torne-se um programar para gerar resultados, ou seja, atrair clientes e gerar lucros com medidas realistas e mensagens precisas.
A FEA júnior USP possui anos de tradição, por isso presta serviços sempre alinhados às mudanças do mercado e às necessidades de seus clientes. O plano de marketing e de comunicação desenvolvido pela consultoria FEA júnior USP procura detectar as especificidades de cada cliente, para assim propor soluções únicas e satisfatórias.
Riscos e Retornos



Última atualização em Ter, 12 de Abril de 2011 15:35
Planejamento e Controle Financeiro
Ninguém quer ficar endividado, pelo contrário, todos querem ter dinheiro sobrando. Mas como fazer para o dinheiro render? Como ganhar muito da noite para o dia? Essa segunda questão eu sei responder fácil: ganhar na loteria. Contudo a chance é de 0,000002%. Então como administrar o dinheiro com retorno certo? Com certeza o começo é fazer um Planejamento Financeiro. A definição de Finanças pela Wikipédia é “[...] O campo de estudo de instituições financeiras, dos mercados financeiros e do funcionamento dos sistemas financeiros, tanto dentro de uma nação quanto no mercado internacional”. Mas como o conceito de “finanças” pode ajudar?
Talvez não seja esse grande conceito que vá realmente fazer a diferença para o indivíduo. Além de Finanças públicas, do mercado financeiro de uma nação e do mercado internacional, há aquelas que mais afetam diretamente: as Finanças pessoais e da própria empresa. O famoso “doer no próprio bolso” ocorre justamente quando o próprio dinheiro sofre algum dano. E é para que isso não ocorra que surge o “Planejamento Financeiro”. Por meio de um plano gerencial baseado em inúmeras informações complexas de si próprio e de seu negócio, pode-se pensar em certos passos que levam a uma boa administração financeira, preservando e aumentando os recursos. Basta então seguir esses passos.
Esse tipo de planejamento tem como objetivo desenvolver ferramentas e processos que permitam ao gestor analisar o seu empreendimento através dos números e indicadores econômico-financeiros, proporcionando o controle adequado. É muito importante ter em mente um planejamento para que se possam tomar decisões conscientes que melhorem a eficiência, reduzam gastos, aumentem a produtividade, decidam por novos investimentos ou analisem o desempenho da própria empresa.
Planejar-se financeiramente deveria fazer parte de qualquer cotidiano. No site administradores.com há a seguinte definição: “Basicamente, ele é processo racional de administrar sua renda, seus investimentos, suas despesas, seu patrimônio, suas dívidas, objetivando tornar realidade todos os seus sonhos, desejos e objetivos”. E não é justamente isso que todos querem no final? Tornar realidade sonhos, desejos e objetivos? Só que antes do sonho, vem a realidade. E é aí que um bom planejamento entra e soluciona os problemas. É com ele que logo se identifica as oportunidades e dificuldades, traçando uma trajetória em busca do objetivo.
Organizar as finanças em um momento calmo é a melhor opção. Em crises, fica muito mais difícil planejar, porque o melhor é agir. Dessa forma também há uma maior racionalidade nas contas, sem retornos irreais. E além de ser em um momento calmo, é bom que seja cedo, mesmo que não haja tantos recursos até então. A definição de planejar é justamente “construir um referencial futuro”, portanto mesmo sem dinheiro, quanto antes se planejar, melhor será a forma de lidar com tudo.
Também do site administradores.com “dirigir, coordenar e controlar suas ações na consecução de seus objetivos [...] Olhando para o Planejamento financeiro pode se dizer que ele, tornou-se um requisito de suma importância para que os planos financeiros da empresa obtenham um desempenho eficaz e um papel relevante para o funcionamento e prosperidade da organização, tornando assim a empresa mais segura e estável dando maior liquidez em suas operações financeiras e um maior prestigio com relação as concorrentes.”
Concluindo, o Planejamento Financeiro é algo de suma importância no quesito pessoal, seja no próprio bolso ou na própria empresa. É “uma condição essencial para alavancar o sucesso empresarial. Não existe mais lugar para a improvisação”. E não tem mesmo. Quanto mais preparado estiver, melhores serão os resultados, mais o dinheiro renderá e menos vai “doer o bolso”. Como já dizia Louis Paster: “a oportunidade favorece a mente preparada”.
Negócio Inovador



Última atualização em Ter, 12 de Abril de 2011 15:26
8 dicas para criar um negócio inovador
Conheça estratégias para garantir o sucesso de uma startup e torná-la atraente para os investidores, por Daniela Moreira de EXAME.com
Abrir um negócio próprio é cada vez mais uma opção feita tanto por jovens que acabaram de sair da faculdade quanto por profissionais experientes que querem mudar os rumos da sua carreira.
Além de uma mudança de mentalidade, o movimento é puxado por um interesse cada vez maior por parte de investidores em colocar dinheiro em novos negócios no Brasil.
O volume de capital de risco disponível no país, especialmente para negócios em estágio inicial de desenvolvimento, nunca foi tão grande.
Mas, para conquistar estes recursos, não basta ter qualquer ideia de negócio. O momento é dos negócios inovadores, com alto potencial de crescimento e modelos escaláveis – as chamadas startups.
Confira a seguir algumas dicas para criar um negócio com este perfil e aumentar suas chances de sucesso:
1. Entenda como funciona uma startup
Uma startup não é apenas qualquer negócio em fase inicial de desenvolvimento – pelo menos não na visão dos investidores. O que eles buscam são negócios com modelos inovadores e escaláveis, capazes de atingir um grande volume de clientes e gerar alto valor. Para ter sucesso, aprenda a diferenciar uma startup de uma pequena empresa convencional.
2. Ponha sua ideia à prova
Se você acha que teve uma boa ideia de negócio, o primeiro passo é saber se ela é realmente boa. Converse com amigos, familiares e colegas para ver o que eles acham e faça uma pesquisa ampla do mercado para avaliar se realmente existe oportunidade para o negócio. Confira ainda algumas dicas para desenvolver melhor sua ideia.
3. Defina um modelo de negócio
O primeiro passo para quem quer emplacar uma startup de sucesso é ter um bom modelo de negócios, ou seja, saber exatamente como vai lucrar com os seus serviços ou produtos. Alguns apostam na assinatura, outros no patrocínio ou ainda na veda tradicional. O importante é ter clareza de como a receita vai chegar. Saiba como chegar ao modelo de negócio ideal.
4. Busque um mentor
Administrar o próprio negócio é muitas vezes uma tarefa solitária e árdua, especialmente para quem está começando. Um bom mentor pode colaborar para colocar a empresa no caminho certo e ajudar o empreendedor a fazer contatos estratégicos. Conheça melhor as vantagens de ter um mentor.
5. Reúna um bom time
Dificilmente uma única pessoa terá todas as características e habilidades necessárias para fazer com que um negócio dê certo. Para garantir o sucesso do empreendimento, é necessário buscar colaboradores com perfis complementares e que possam trazer contribuições estratégicas para o projeto. Especialmente na fase inicial do negócio, comprometimento e entusiasmo são fundamentais. Saiba como reunir um bom time para sua startup.
6. Identifique a opção de investimento ideal para você
Com o desenvolvimento do mercado de capital de risco no Brasil, começamos a ter opções variadas de fontes de recursos, como capital semente, investidores anjo, venture capital e private equity. É importante entender qual o perfil e o porte de investimento ideal para o seu negócio. Conheça as diferenças entre os tipos de investidores.
7. Saiba quem está investindo
Uma vez definido o tipo de capital ideal para sua empresa, é hora de ir atrás dos investidores. Confira uma lista de investidores que estão de olho em startups brasileiras.
8. Prepare um bom pitch
Se você conseguir marcar um encontro com um investidor ou tiver a oportunidade de falar com um deles durante um dos vários eventos de relacionamento promovidos pelas entidades de apoio a startups – os chamados meetups -, é fundamental estar pronto para vender sua ideia de forma clara, objetiva e concisa. Veja como elaborar um bom pitch.
Fonte: Matéria Publicada na EXAME.com em 19 de Março de 2011.
Saiba mais em: http://exame.abril.com.br/pme/startups/noticias/8-dicas-para-criar-um-negocio-inovador
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O Futuro de uma Empresa



Última atualização em Ter, 08 de Março de 2011 17:54

Vivemos em busca de objetivos – desde jovens, nos perguntam o que queremos do futuro, e, com o passar do tempo, a vida sempre nos cobra o próximo passo, nos direciona para a próxima conquista. Com uma empresa, órgão vivo do sistema econômico, não poderia ser diferente: objetivos no âmbito empresarial são extremamente importantes para definir o futuro e, muitas vezes, o sucesso de um negócio.
E o processo de determinar o futuro de sua empresa começa com três palavras aparentemente simples, mas que na realidade são a essência e o coração do empreendimento. “Missão, Visão e Valores” são termos presentes na realidade de empresas há mais de um século, desde que a teoria da administração começou a ser formalizada.
A Missão de uma empresa é, em linhas gerais, sua razão de existência além da meta de se conseguir lucros. Ela traz consigo as características mais verdadeiras da empresa, a definição da missão é um processo de descoberta que, ao seu fim, nos mostra o objetivo final pelo qual se está trabalhando. É perene, portanto, deve ser cuidadosamente feita. Pretende-se que a missão sobreviva, no mínimo, cem anos. A principal pergunta, no caso da missão, é: “Por que estamos aqui?”
Os Valores, por sua vez, andam junto à missão. Eles traduzem o espírito da empresa, são naturais à mesma, e costumam ser naturais também para os próprios funcionários, são pilares que guiam as ações cotidianas dos membros do seu negócio. O ideal é que sejam poucos – assim, garante-se que só os mais intrínsecos e indispensáveis serão considerados, o que os torna, enfim, mais verdadeiros – especialistas indicam a existência de três a cinco. A pergunta aqui é: “O que somos, ou seja, o que nos guia para que persigamos nossa missão?”
A visão representa o contraponto da missão – esta deve ser perene, enquanto aquela deve mudar a medida que é cumprida. O segundo, como já dito, é um processo de exploração, o primeiro, é um processo de criatividade. Como disse Peter Drucker, grande administrador do século XX, “A melhor maneira de prever o futuro é criá-lo”, e não há melhor frase para explicar o conceito de visão.
Ela representa um grande objetivo da empresa, que deve ser difícil de ser alcançado, mas, ainda assim, possível de se conseguir. Ele deve ser claro para que todos os funcionários se inspirem e procurem cumprir esse objetivo harmonicamente, é dito que, em empresas nas quais a visão está incutida nos funcionários, qualquer estranho que observe a rotina e as metas dos colaboradores saberá dizer qual é a visão mesmo sem nunca tê-la lido. A frase em mente é “Aonde eu quero chegar, o que eu vou perseguir?”
Em suma, temos que ter em mente que os três conceitos apresentados representam equilíbrio básico para se determinar os caminhos de uma empresa. É uma questão de alinhar expectativas e força de vontade em direção a algo muito maior que só conseguir lucros. Desde cedo aprendemos que precisamos de objetivos, então por que não dar um objetivo também ao seu negócio?
Produção Industrial



Última atualização em Qui, 17 de Fevereiro de 2011 12:08
IBGE: produção industrial avança em todas as regiões
No entanto, o último mês de 2010 não deu sequência à trajetória positiva apresentada no acumulado do ano passado.
Por Agência Estado
A produção industrial brasileira cresceu em 2010 nas 14 regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na comparação com o ano anterior. Segundo informou hoje o instituto, cinco unidades tiveram alta na produção acima da média nacional, que foi de 10,5%.
Entre os destaques positivos de aumento na produção em 2010 estão Espírito Santo (22,3%), Goiás (17,1%), Amazonas (16,3%), Minas Gerais (15,0%) e Paraná (14,2%). Pernambuco (10,2%) e São Paulo (10,1%) também registraram resultados importantes, já que estes Estados tiveram índices próximos à média da indústria brasileira.
Dezembro
No entanto, o último mês de 2010 não deu sequência à trajetória positiva apresentada no acumulado do ano passado. Segundo o IBGE, em dezembro do ano passado a produção industrial caiu em 11 dos 14 locais pesquisados, na comparação com novembro. Os destaques negativos foram apurados no Rio de Janeiro (baixa de 5,7%), no Paraná (queda de 5,0%), na Bahia (recuo de 3,9%), em Goiás (queda de 3,8%) e no Rio Grande do Sul (baixa de 3,0%). Também apresentaram queda na passagem de novembro para dezembro Espírito Santo (recuo de 1,9%), Ceará (baixa de 1,6%), São Paulo (queda de 1,2%), Pernambuco (recuo de 1,2%) e a Região Nordeste (baixa de 0,7%).
Em dezembro de 2010 em relação ao mesmo mês de 2009, a produção industrial nacional cresceu em 10 dos 14 locais pesquisados pelo IBGE. Os destaques positivos ficaram com os aumentos na atividade da indústria no Pará (13,5%) e em Goiás (10,3%). O IBGE também detectou aumentos expressivos na atividade industrial no Amazonas (8,7%), em Minas Gerais (6,5%) e em Santa Catarina (5,2%), que cresceram acima da média nacional (2,7%) no mesmo período.
Houve ainda altas na atividade industrial no Rio de Janeiro e em São Paulo (ambos com 1,2%), no Rio Grande do Sul (0,7%), no Paraná e em Pernambuco (ambos com 0,2%). Porém, houve quedas na produção industrial, em base anual, no Espírito Santo (recuo de 0,8%), na Região Nordeste (baixa de 5,5%), no Ceará (queda de 9,7%) e na Bahia (baixa de 10,8%).
Agroindústria
A produção da agroindústria brasileira cresceu 4,7% em 2010, após apresentar queda de 4,8% em 2009, segundo o IBGE. De acordo com o instituto, embora a recuperação tenha sido positiva, o desempenho da agroindústria ainda ficou abaixo do resultado da indústria em geral, que avançou 10,5%.
Porém, o IBGE informou que, ao mesmo tempo, o saldo positivo da agroindústria em 2010 foi o mais elevado desde 2007, quando houve crescimento de 5%. Ainda segundo o instituto, os setores associados à agricultura apresentaram melhor desempenho que os vinculados à pecuária. A produção agrícola cresceu 4,7% e a produção da pecuária avançou 1,8% em 2010 ante 2009.
Fonte: Matéria Publicada na Época Negócios em 09 de Fevereiro de 2011.
Saiba mais em: http://epocanegocios.globo.com
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Última atualização em Qui, 17 de Fevereiro de 2011 12:40
Como dividir os percentuais da minha startup entre os sócios?
Respondido por Yuri Gitahy, especialista em startups
São Paulo - Como já foi visto em dicas anteriores, ter uma ideia é apenas o começo. Uma startup é uma ideia inovadora, executada com sucesso em tempo muito curto e conquistando um mercado promissor. Para isso, é necessário que o empreendedor se cerque de pessoas complementares e de perfis diversos.
Há muita discussão sobre como dividir a empresa, e quanto mais quantitativa for essa discussão, melhor. Pondere sobre as seguintes sugestões, e veja quais são aplicáveis:
1. Se alguém está deixando seu emprego para se dedicar exclusivamente ao projeto, seu percentual relativo deve ser maior.
2. Quanto maior a remuneração em dinheiro de um sócio durante a criação do seu produto, menor seu percentual (e vice-versa)
3. Tente garantir no mínimo 75% para o(s) empreendedor(es) original(is). Isso irá garantir que as decisões importantes sejam determinadas e garantidas pela maioria absoluta da sociedade.
4. Se todos estiverem envolvidos com a mesma dedicação ao projeto, é justo fazer a divisão equalitária - por exemplo, 25% para cada um de 4 sócios.
5. Reserve de 10% a 15% para distribuir entre seus principais desenvolvedores e gestores, e assim eles poderão ser retribuidos e motivados com um percentual no futuro. Atrele isso a metas claras que formalizam os percentuais gradualmente.
6. Guarde de 5% a 10% para conselheiros e mentores mais experientes que ajudem na estratégia e bootstrapping da empresa, pois apoio externo é muito benéfico em uma startup.
Isso deve ser suficiente para começar, e provavelmente já trará alguma dor de cabeça na divisão dos percentuais - afinal, toda sociedade é um exercício constante não só do trabalho de equipe, mas também de negociação e paciência.
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